“Uma gripezinha”: A análise política do discurso negacionista

Atualizado: Jul 8

por Jorge Osvaldo Romano, Liza Uema, Myriam Martinez dos Santos, Larissa Rodrigues Ferreira, Vanessa Barroso Barreto, Thais Ponciano Bittencourt, Paulo Petersen, Paulo Augusto André Balthazar, Eduardo Britto Santos, Renan Alfenas de Mattos, Annagesse de Carvalho Feitosa, Juanita Cuellar Benavídez, Ana Carolina Aguiar Simões Castilho, Caroline Boletta de Oliveira Aguiar, Érika Toth Souza

No segundo texto da série “Populismo e Crise: A análise política dos discursos sobre a pandemia da Covid-19”, produzida pelo Grupo de Pesquisa “Discurso, Redes Sociais e Identidades Sócio-Políticas (DISCURSO)”, apresentamos a análise política do discurso “negacionista” sobre a pandemia.


Tendo como referência a pandemia da Covid-19 como um acontecimento que acentua desigualdades, mas que coloca em suspensão a hegemonia, abrindo oportunidades de disputa política entre os discursos “negacionista” e “científico”, neste artigo, através do auxílio metodológico da análise política dos discursos e da abordagem de marcos interpretativos apresentadas no texto anterior, aprofundamos a caracterização do discurso “negacionista”. Partindo de uma sucinta identificação dos seus principais porta-vozes, a análise traz o diagnóstico que esse discurso faz do problema, o tom predominante de suas práticas discursivas, as demandas e os grupos que se articulam em identidades políticas antagônicas – o “eles” e o “nós” – com os antagonismos em nível nacional ou internacional que se criam ou se reproduzem na disputa, e as soluções e propostas para enfrentar e sair da pandemia.


Acesse o artigo completo na página do Le Monde Diplomatique.



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