Tempo de Pachakuti: o que será de “nós” e o que será do “eles” no momento populista?

por Jorge O. Romano, Liza Uema, Thais Ponciano Bittencourt, Eduardo Britto Santos, Juana dos Santos Pereira, Larissa Rodrigues Ferreira, Pâmella Silvestre de Assumpção, Paulo Petersen, Annagesse de Carvalho Feitosa, Daniel S. S. Borges, Daniel Macedo Lopes Vasques Monteiro, Juanita Cuellar Benavídez, Paulo Augusto André Balthazar, Renan Alfenas de Mattos, Ricardo Dias, Ana Carolina Aguiar Simões Castilho, Caroline Boletta de Oliveira Aguiar, Érika Toth Souza, Myriam Martinez dos Santos e Vanessa Barroso Barreto


Neste sexto artigo da série “Populismo e Crises: A análise política dos discursos sobre a pandemia da Covid-19”, produzida pelo Grupo de Pesquisa “Discurso, Redes Sociais e Identidades Sócio-Políticas (DISCURSO)”, abordamos os debates sobre um conjunto de olhares renovados e transformadores sobre o futuro pós-pandemia.


Caracterizamos em artigos anteriores a pandemia da Covid-19 como um acontecimento que coloca em suspensão a hegemonia; identificamos os principais elementos dos discursos negacionista e científico; analisamos o papel e as estratégias das mídias na pandemia com a reconfiguração política resultante; consideramos a eternização do presente com a demora em sair da pandemia e a disputa pela vacina como um indicador no pré-futuro; e procuramos recuperar um primeiro conjunto de olhares sobre o porvir – que apontam para o aprofundamento das dominações existentes ou para a reforma do sistema. Dando continuidade aos olhares sobre o futuro, neste artigo trazemos os cenários e propostas que visualizam na suspensão da hegemonia que a pandemia e seus discursos em disputa provocam, uma oportunidade – ou necessidade – de construção de alternativas emancipadoras. Trazemos também uma reflexão final sobre a volta do político e o novo protagonismo do momento populista na construção desses futuros.

Acesse o artigo completo na página do Le Monde Diplomatique.



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