Problemas e soluções no discurso do candidato Bolsonaro
- DISCURSO

- 28 de set. de 2022
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Atualizado: 24 de jul.
por Bruna Figueiredo Gonçalves, Henrique Duarte, Alex Luiz Barros Vargas, Renan Alfenas de Mattos e Mariana Fernandes
O tempo da política que se materializa nos períodos eleitorais é um dos momentos-chave de disputa hegemônica de visões e projetos de um país numa democracia. Apesar de o início das campanhas eleitorais, com a permissão da propaganda eleitoral, inclusive na internet, ter começado formalmente em 16 de agosto, o tempo da política já havia começado antes, por meio da construção e difusão de práticas discursivas dos candidatos à Presidência da República – assim como dos candidatos a governadores e, em menor medida, dos cargos legislativos no âmbito federal e estadual. Estas práticas incluem tanto falas – inclusive os seus silêncios, textos e imagens como performances, comportamentos, manifestações institucionais e extraoficiais, mobilizações e ações de diferentes tipos – veiculadas nas mídias tradicionais e nas mídias sociais, no período anterior ao início formal das campanhas eleitorais – que têm em comum o fato de serem politicamente significativas e buscarem, por meio dos significados que produzem e transmitem, construir sujeitos que se identificam com os candidatos e com os elementos da visão de mundo e das propostas apresentadas. Através dos componentes racionais, mas também emocionais, que compõem as práticas discursivas, procura-se construir os eleitores, o “seu povo”. Nesse universo, analisamos a elaboração, expressão e eficácia do discurso de uma das principais candidaturas presidenciais: a do atual presidente Jair Bolsonaro.
Leia o primeiro texto da série Deus, pátria e família que busca analisar os discursos nesse momento pré-eleitoral, acesse o artigo completo na página do Le Monde Diplomatique.

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