A eternização do presente e o futuro pós-pandemia

Atualizado: Ago 30

por Jorge O. Romano, Eduardo Britto Santos,  Thais Ponciano Bittencourt, Liza Uema, Paulo Augusto André Balthazar, Annagesse de Carvalho Feitosa, Daniel S.S. Borges, Daniel Macedo Lopes Vasques Monteiro, Juanita Cuellar Benavídez, Paulo Petersen, Renan Alfenas de Mattos, Ricardo Dias, Ana Carolina Aguiar Simões Castilho, Caroline Boletta de Oliveira Aguiar, Érika Toth Souza, Juana dos Santos Pereira, Larissa Rodrigues Ferreira, Myriam Martinez dos Santos, Pamella Silvestre de Assumpção, e Vanessa Barroso Barreto


Neste quinto texto da série “Populismo e Crises: A análise política dos discursos sobre a pandemia da Covid-19”, produzida pelo Grupo de Pesquisa “Discurso, Redes Sociais e Identidades Sócio-Políticas (DISCURSO)”, nos detemos nos debates de um primeiro conjunto de olhares sobre o futuro pós-pandemia.


Nos artigos anteriores, caracterizamos a pandemia da Covid-19 como acontecimento que coloca a hegemonia em suspensão, identificamos os principais elementos dos discursos negacionista e científico e analisamos o papel e as estratégias das mídias na pandemia e a resultante reconfiguração política. Neste novo trabalho, partindo de uma consideração de eternização do presente com o extenso prolongamento da pandemia e da disputa das vacinas como um indicador de pré-futuro, procuramos recuperar um primeiro conjunto de olhares sobre o porvir. Particularmente, nos atemos para aqueles que apontam para a reprodução ou aprofundamento das dominações neoliberais existentes, assim como outros de caráter reformista.

Acesse o artigo completo na página do Le Monde Diplomatique.




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